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GRIPE SUÍNA, algumas perguntas e respostas.

A gripe suína tem preocupado milhares de pessoas em todo o mundo. Já é considerada uma pandemia. A OMS (Organização Mundial da Saúde), já classificou a gripe suína como nível 4, numa escala que vai até 6.

Segundo o site da OPAS/OMS, haverá diariamente uma coletiva de imprensa na sede da OPAS em Brasília-DF, às 18 horas. Quem quiser, pode acompanhar a coletiva clicando aqui (fiz um teste e não funcionou no Firefox).

O Jornal Zero Hora, do grupo RBS, publicou uma seleção das perguntas mais frequentes sobre a gripe suína com suas respectivas respostas. Transcrevo aqui esse texto para que mais pessoas tomem conhecimento:

O que é a gripe suína?
É uma doença respiratória aguda altamente contagiosa frequente em porcos. Esses animais podem ser infectados, ao mesmo tempo, por mais de um tipo de vírus, o que possibilita que os genes dos vírus se misturem. Por isso, a suspeita dos especialistas é a de que a doença que está contaminando pessoas atualmente seja provocada por um vírus que contém genes de várias origens — chamado de recombinante. É uma espécie de mistura entre os que provocam a gripe suína, a aviária e a humana.

Quais os riscos da gripe suína para as pessoas?
Organização Mundial da Saúde (OMS) elevou hoje o nível de alerta pandêmico pela gripe suína do grau 3 ao 4, em uma escala que vai até 6, o que significa que o vírus A/H1N1 pode ser facilmente transmitido de pessoa a pessoa.

Como ocorre a infecção?
As pessoas podem ser infectadas pelo contato com porcos. Em alguns casos de contágio, não há registro de contato nem com porcos nem com ambientes em que esses animais tenham estado — em fazendas ou feiras agropecuárias, por exemplo. Os registros de transmissão da doença entre humanos é limitada a contato muito próximo em grupos de convivência.

Há vacina para proteger pessoas?
Não. Esses vírus se modificam muito rapidamente. A vacina atual contra a influenza produzida a partir das recomendações da OMS não contém o vírus da gripe suína.

Como é feito o diagnóstico em seres humanos?
Da mesma forma que numa gripe comum, quando observados os sintomas (febre, dores pelo corpo, cansaço e tosse), recolhe-se material para análise, normalmente o muco expelido pelo nariz e boca.

Há medicamentos para tratar a doença em pessoas?
No vírus encontrado em humanos, oseltamivir e zanamivir são as substâncias usadas no início dos sintomas.

É seguro comer porco e produtos de carne suína?
Sim. Não há registro de transmissão da gripe suína por ingestão de alimentos adequadamente preparados. O vírus não resiste ao cozimento em temperatura superior a 70°C, como se recomenda para preparar carne de porco para consumo humano.

Deve-se tomar antivirais para prevenir e tratar a infecção pelo vírus da gripe suína?
A informação disponível não é suficiente para que se recomende o uso de antivirais na prevenção e tratamento da infecção por vírus da influenza suína. Não há recomendação para a população do Brasil usar máscaras, como vem ocorrendo no México, informou o Ministério da Saúde.

Há medidas tomadas no país?
Foi acionado o Gabinete Permanente de Emergência, formado por Ministério da Saúde, Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e Ministério da Agricultura e Pecuária. O grupo se reunirá diariamente. Os viajantes que chegam das áreas afetadas estão sendo monitorados. A Declaração de Bagagem Acompanhada (DBA), documento de preenchimento obrigatório e que contém informações sobre a saúde do paciente, está sendo retida pela Anvisa para eventual busca de contatos se for detectado caso suspeito. Começaram ontem a ser veiculados avisos sonoros nos cinco aeroportos que recebem voos internacionais procedentes do México e dos Estados Unidos (São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador, Manaus e Fortaleza). O material traz informações sobre sinais e sintomas, além de orientações aos viajantes. Os passageiros também estão sendo orientados pela tripulação das aeronaves.

O que faço se voltei do México e dos EUA recentemente?
O governo recomenda que procurem o posto da Anvisa todos os passageiros procedentes dos dois países nos últimos 10 dias que apresentem febre acima de 39º C, acompanhada de tosse e/ou dores de cabeça, nos músculos e nas articulações.

Há risco se eu viajar a países com casos confirmados?
A Organização Mundial de Saúde não recomendou restrições de viagens às áreas afetadas, nem de entrada de passageiros vindos desses países, informou, em nota, o Ministério da Saúde.

Como posso me proteger se viajar para esses lugares?
O Ministério da Saúde recomenda a viajantes com destino ao México e aos Estados Unidos que fiquem atentos às recomendações dos governos das áreas afetadas. O ministério também recomenda:
— Usar máscaras cirúrgicas descartáveis, durante toda a permanência em áreas afetadas. Substituir as máscaras sempre que necessário.
— Ao tossir ou espirrar, cobrir o nariz e a boca com um lenço, de preferência descartável.
— Evitar locais com aglomeração de pessoas.
— Evitar o contato direto com pessoas doentes.
— Não compartilhar alimentos, copos, toalhas e objetos de uso pessoal.
— Evitar tocar olhos, nariz ou boca.
— Lavar as mãos frequentemente com sabão e água, especialmente depois de tossir ou espirrar.
— No caso de sentir-se mal, procurar assistência médica e informar história de contato com doentes e viagens recentes a esses países.
— Não usar medicamentos sem orientação médica.

Como a produção suína no Brasil pode ser afetada?
Na avaliação do presidente da Associação Brasileira da Indústria Produtora e Exportadora de Carne Suína (Abipecs), Pedro de Camargo Neto, o Brasil pode se beneficiar da decisão da Rússia de suspender importações de carne suína do México, de alguns Estados dos EUA e de quase toda a América Central. Brasil e EUA disputam o mercado russo de carne suína, distribuído entre os produtores mundiais por um sistema de cotas. Além disso, a falta de acordo sanitário impede a importação, pelo Brasil, de suínos vivos ou carne dos EUA e do México.

Quanto o Brasil vende para a Rússia?
No ano passado, foram 230 mil toneladas de carne suína para os russos.

Fonte: Jornal Zero Hora

A OMS também disponibilizou em seu site as perguntas mais frequentes sobre a gripe suína, em inglês.

Jeitinho Brasileiro?

Hoje uma notícia me chamou atenção.

Alguns seguranças da Supervia, empresa que hoje opera os trens urbanos no Rio de Janeiro, foram flagrados, em uma gravação de vídeo, espancando os passageiros de um trem na estação de Madureira, subúrbio da cidade do Rio de Janeiro.

Eu sou carioca e já andei de trem muitas vezes em minha vida, inclusive na estação citada, porém nunca tinha visto, até então, tal brutalidade contra os passageiros.

Tá certo que tem muita gente que gosta de fazer baderna, não deixando que as portas das composições sejam fechadas. Eu mesmo já passei por situação parecida, onde o trem ficou parado por vários minutos na estação até que todas as portas fossem fechadas, Mas violência é violência. Não se pode tratar todos como iguais. Muitos ali só tomam essa condução por ser uma das mais baratas para irem ao trabalho. Numa cidade onde existe uma quantidade imensa de veículos e o transporte urbano deixa muito a desejar.

Mas ao ver as imagens de hoje, lembrei que já havia visto algo parecido, mas não aqui no Brasil. Algo parecido, mas não igual.

Num país como o Japão, com tantas pessoas morando em sua capital, é certo que também haja superlotação nos transportes urbanos, mas veja você como o tratamento dado ao mesmo caso é de forma totalmente diferente.

Essa aqui parece ser um Metrô.
E esse parece um trem.

A princípio parece também uma brutalidade, mas em comparação com as imagens captadas no Rio de Janeiro, vê-se o “carinho” com que os passageiros são tratados.

Fonte da Notícia: G1

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